Por Redação Pais&Filhos | 26 de agosto de 2022

Pela primeira vez no Brasil um novo dispositivo que promete corrigir quadros graves de escoliose infantil foi utilizado em cirurgia. A paciente que realizou tal procedimento foi Marcela, uma menina de oito anos que nasceu com paralisia cerebral.

Escoliose infantil grave poderá ser trata por dispositivo que acompanha alongamento da coluna (Foto: Reprodução/Pinterest)

A mãe da menina, Fábia Vieira da Silva conta sobre as dificuldades passadas pela filha devido à coluna: “Ela tinha dificuldades para sentar, já estava com essa dificuldade para se alimentar. Quando ela dormia sentia muitas dores também”, relata a mulher.

Esse novo dispositivo é sinônimo de esperança para aquelas pessoas que sofrem com essa curvatura anormal nos ossos da região. Os médicos aconselham que quanto antes o problema é notado, melhor para a pessoa tratar, por isso essa tecnologia vai ajudar nessa questão, já que o dispositivo é implantado para corrigir a deformidade em seu estágio inicial: “A gente obtém uma melhora estética visual desses pacientes, porém, o nosso objetivo sempre é uma melhora funcional. Muitas vezes, são crianças com deformidades graves, uma dificuldade imensa de se posicionar numa cadeira de rodas, ou mesmo de cuidados dos pais” conta o médico ortopedista Alexander Rossatto.

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Andressa Simonini, editora-executiva da Pais&Filhos está concorrendo ao Troféu Mulher Imprensa
Andressa Simonini, editora-executiva da Pais&Filhos está concorrendo ao Troféu Mulher Imprensa (Foto: Divulgação/Pais&Filhos)

O profissional da AACD ainda destaca que a diferença dessa para outras tecnologias é que agora não será preciso substituir a haste por outra conforme a criança começar a crescer, o que faz com que o paciente precise passar por menos cirurgias. Antes, para fazer tal tratamento, era preciso realizar uma cirurgia a cada nove meses, mas agora o dispositivo vai acompanhar o alongamento da coluna, além disso, segundo os profissionais de saúde, esse procedimento junto a fisioterapia garantirá qualidade de vida muito maior para as crianças com escoliose grave. A Anvisa aprovou o procedimento, porém, mas o dispositivo ainda não está disponível pelo SUS.

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