Por Redação Pais&Filhos | 6 de março de 2023

Um crime aconteceu nos Estados Unidos em que, mesmo a pessoa confessando, não será presa. Uma mulher de 31 anos mora no Colorado confessou ter abusado sexualmente de um menino de 13 anos em junho do ano passado. Após o estupro, ela engravidou do menino.

Ela foi identificada como Andrea Serrano, porém, mesmo após a descoberta da identidade e a confissão do abuso, ela foi solta logo após ser presa, pois pagou a fiança, no valor de 70 mil dólares (convertendo para o real, seria aproximadamente R$364 mil reais).

O caso repercutiu e o Departamento de Polícia de Fontain culpou Andrea Serrano por agressão sexual de uma criança por ser alguém de confiança e por agressão sexual de uma criança. Na última sexta-feira, 3 de março, os advogados de Serrano fizeram um acordo com a justiça e com os promotores em que ela terá o registro de ‘agressora sexual’, sendo assim, não será presa, garantindo a liberdade condicional.

Foto de perfil da mulher
A mulher confessou o crime (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)

Desde o momento em que Andrea Serrano teve o bebê e confessou que o filho é do garoto, a família dele quer entrar com uma petição judicial para custódia do bebê. Vale lembrar que atualmente o menino está com 14 anos.

Como foi descoberto o crime

Andrea foi levada para a polícia após passar em uma sessão de terapia e a psicóloga dela descobrir o crime e entregar ela, apresentando diversas acusações. Depois da entrevista com os oficiais de Colorado, Serrano confessou o crime. Entre as acusações, é citada na declaração criminal que “O menino olhou para ela como uma figura materna e até a chamou de ‘mãe’ antes”.

Já a mãe do garoto de 14 anos disse que o filho perdeu parte da infância: “Sinto que meu filho teve sua infância roubada. Agora ele está tendo que ser pai. Ele é uma vítima e terá que conviver com isso pelo resto de sua vida. Eu sinto que ela fosse um homem e ele uma garotinha, definitivamente seria diferente. Eles estariam buscando mais. Eu sinto que porque ele não é mulher, eles não são. Eles estão tendo compaixão por ela”.

E ainda, segundo o acordo judicial de Serrano, a situação é para acusações menores e que o juiz poderá sentenciar a mulher a 10 anos de prisão perpétua em ‘condição supervisionado intensivo para criminosos sexuais’.

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